Com tecnologia que une interações por áudio e texto integradas com soluções de pagamentos, startup cria jornadas digitais ágeis e eficientes
A AENVO, startup europeia de IA conversacional humanizada, chega ao Brasil com o propósito de tornar o atendimento ao cliente mais acessível e intuitivo por meio da fala, proporcionando jornadas mais fluidas e sem fricção para usuários e empresas. Fundada por Douglas Costa e Fabiano Cruz, a startup tem entre seus diferenciais competitivos a oferta de autenticação biométrica em mais de 70 biomarcadores capazes de reconhecer quem está falando e quebrando uma barreira linguística que ainda é muito grande.
“Na Europa, por exemplo, continente formado por dezenas de países com línguas distintas, a intensa migração entre fronteiras transforma a barreira dos idiomas em um obstáculo no acesso a serviços essenciais, especialmente os públicos. Nosso desejo é permitir que as pessoas consigam obter aquilo que elas querem ou precisam, apenas falando. Para isso, orquestramos áudio, texto, biometria e dados de negócio num só sistema, autenticando quem fala, entendendo a demanda e executando-a em qualquer canal”, conta Douglas Costa, cofundador e CEO Américas da AENVO.
Com atuação em diferentes canais, como WhatsApp, web, RCS, totens de autoatendimento, robôs humanoides e centrais de atendimento, a AENVO interage em linguagem natural em até 70 idiomas e dialetos, além de possibilitar a evolução contínua do agente, com intervenção humana para ajustes e atualizações de sistema.
“Temos um agente de IA em processo de implementação no Centro Universitário de Jaguariúna (UniFaj), que chamamos de Duka, com habilidades para solucionar os desafios na jornada do atendimento de alunos. Ele interage com os leads que acessam o site, fornece informações sobre cursos e formas de ingresso na instituição, captura dados e demonstra o potencial de um retorno proativo. Ele também utiliza um sotaque regional que humaniza toda a interação e tem uma latência ultra-baixa. Tudo isso, através de soluções de voz”, explica Fabiano Cruz, cofundador e CEO EMEA da AENVO.
Os principais setores que a startup tem na mira no Brasil são: varejo, saúde e mercado financeiro. Já na área de cidadania, a AENVO quer apoiar serviços públicos na orientação de demandas do cidadão.
Fundada em Portugal, hoje, além do Brasil, a startup está presente na Suíça, Paraguai, Espanha e Emirados Árabes Unidos. A perspectiva é continuar levando as tecnologias da AENVO a novos mercados ainda este ano. Em paralelo, a empresa tem novas soluções a serem implementadas, como um recurso focado na linguagem de sinais e novas parcerias voltadas à integração da solução a modelos de pagamento semelhantes ao Pix brasileiro, como já acontece com o MB way de Portugal e o Bizum da Espanha.
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