Rede de supermercados amplia comunicação entre lojas e reduz tempo de parada de sistemas

A Covabra, redes de supermercados que atua no estado de São Paulo, elegeu tecnologia da BluePex para garantir conectividade e disponibilidade de rede necessárias para a expansão dos negócios. O varejista implementou 26 UnifiedThreat Management (UTMs) que ajudaram a Covabra a conectar cada um de seus 13 supermercados à matriz, tornando o ambiente de TI mais seguro e reduzindo a parada de sistemas a 0,5% do tempo operacional.
Cada uma das lojas da Covabra tem também uma central administrativa, localizada em Campinas (SP), equipada com BluePex UTM. Os appliances são responsáveis por receber, administrar e balancear três diferentes links de internet (sendo um MPLS, um de fibra óptica e um de internet à rádio), possibilitando às unidades estarem sempre on-line e com o melhor desempenho possível.
De acordo com a empresa, ao conectar todas as lojas por meio de uma Rede Virtual Privada o UTM permitiu o uso da funcionalidade de “compactação de pacotes”, que faz com que as transações de cartão de crédito e outras que dependem dessa conexão sejam rápidas e com consumo reduzido do link.
Além disso, os equipamentos atuam como Firewall, bloqueando malwares que possam ameaçar a rede da Covabra além de permitir aos gestores de TI gerenciarem os perfis de acesso de cada um dos funcionários, que se identificam por meio de login e senha.
João Paschoal Lanaro, gerente de TI da Covabra, conta que a conectividade será vital para o projeto de expansão da Covabra, que prevê a abertura de mais dois supermercados (nas cidades de Pedreira e Jundiaí, ambas no interior de São Paulo) em 2016, e de um centro de distribuição no município de Sumaré, em 2017.
“O bom funcionamento dos sistemas de ponto de venda, que são integrados às operadoras de cartão de crédito e também aos sistemas de nossa matriz, são fundamentais para o nosso negócio. Se há uma parada, há impacto nas vendas”, afirma.
O executivo relata que as operações da Covabra funcionam das 7h da manhã até 1h da manhã do dia seguinte. Para fazer tudo funcionar, antes da adoção da solução, a equipe tinha de ficar um dia inteiro sem comunicação, o que dificultava o dia a dia das lojas. “Hoje, nosso downtime é de 0,5% do tempo em que a operação está ativa, e normalmente acontece devido a problemas técnicos na região da loja, como chuvas fortes, por exemplo”, ressalta Lanaro.
