De acordo com uma pesquisa da One Identity, da Quest Software, Zero Trust é a principal prioridade de segurança para a maioria das organizações, mas o entendimento abrangente e a adoção do conceito permanecem inconsistentes. Embora 75% das empresas reconheçam o Zero Trust como algo crítico ou muito importante para apoiar a postura geral de segurança cibernética, somente 14% relatam que implementaram totalmente uma solução. Outras 39% das organizações começaram a atender a essa necessidade importante e outros 22% observaram que planejam implementar o Zero Trust ao longo do próximo ano.
“As organizações reconhecem que o perímetro tradicional não é mais suficiente e que serão mais bem atendidas priorizando a segurança da identidade e tomando medidas para garantir que os criminosos sejam limitados assim que obtenham acesso”, avalia Rogério Soares, diretor de Pré-Vendas e Serviços Profissionais LATAM da Quest Software. “Zero Trust está se tornando rapidamente essencial porque elimina permissões vulneráveis e acesso excessivo ao fornecer uma série de direitos diferentes em toda a organização para limitar as superfícies de ataque caso sejam violadas”, completa.
Entre as principais barreiras para o sucesso do Zero Trust está a falta de clareza sobre como a adoção pode ser alcançada: aproximadamente 61% dos profissionais de segurança estão concentrando sua implementação na reconfiguração de políticas de acesso, enquanto 54% acreditam que começa com a identificação de como os dados confidenciais se movem pela rede e 51% estão implementando novas tecnologias para alcançar Zero Trust.
No total, 32% das equipes de segurança não têm um entendimento abrangente de como o Zero Trust deve ser implementado. Outras barreiras prioridades concorrentes (31% estão muito ocupados com outras prioridades diárias) e crenças de que o Zero Trust pode prejudicar a produtividade dos negócios (por exemplo, 31% acreditam erroneamente que os modelos de segurança Zero Trust afetam a produtividade dos funcionários).
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