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Wilson Grava é nomeado vice-presidente da NAI

“Tenho a responsabilidade de manter o crescimento da McAfee na América Latina e diversificar um pouco as atividades da empresa na região, com o aumento da presença dos produtos das outras linhas, que já estão estabelecidos nos EUA e Europa”, afirma o executivo. A meta da NAI para o próximo ano é atingir um crescimento de 50% no Brasil, e consequentemente na América Latina, pois o país representa mais da metade dos negócios da companhia no continente.

A estratégia de atuação visando tais objetivos é voltar-se para a diversificação dos negócios. “Vamos fortalecer a venda e suporte de Sniffer e estimular a comercialização do Magic, que são produtos com tecnologia de ponta. A McAfee, que gera 80% da receita da NAI, também deverá ser expandida”, detalha Grava.

A NAI, que possui subsidiárias no Brasil e no México, atua na América Latina com 100% das operações por meio de canal. “A estratégia é promover uma simbiose entre a atuação da empresa e os canais, trabalhando com uma presença mais direta em grandes clientes, para entender suas necessidades eficientemente”, explica o novo vice presidente. Outro projeto da empresa para a região é o investimento no mercado de ASP e MSP, visando empresas de terceirização. Segundo Grava, a NAI está iniciando atividades fortes nesse segmento, seguindo uma tendência do mercado.

Wilson Grava deixou o cargo de diretor para América Latina menos o Brasil da Computer Associates para assumir o novo posto na NAI em primeiro de novembro. “Acredito que a indicação deve-se à minha experiência internacional. A CA é uma empresa que atua junto a grandes clientes. Também morei em três países, administrando as operações em 13”, avalia o executivo.

Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, com MBA em Marketing pela ESPM, Grava passou pelo Lloyd Bank, Unibanco e outras empresas desempenhando funções técnicas. Na CA, ajudou a criar o departamento de marketing, atuou na área de vendas indiretas, foi gerente do setor de negócios indiretos, assumiu gerências locais de vendas e participou do início do departamento de RH. Também esteve na supervisão de negócios internacionais, inaugurou a subsidiária da Venezuela, assumiu a operação do México e finalmente foi transferido para a direção da América Latina, o que na empresa não inclui o Brasil.

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