Notícias

Treinamento com peças de LEGO torna atendimento mais relacional

Na última pesquisa de satisfação aplicada ao time de atendimento da Raízen, foi dado um nível recorde de 99% de aprovação. Desde 2014, a equipe é reconhecida por níveis de excelência, presteza e rapidez na solução de problemas.

Para Sonia Dalefi, coordenadora de Relacionamento ao Cliente da empresa, ainda assim há como melhorar, já que o cliente também tem mudado suas interações e exigências.

Como, então, melhorar um time de atendimento com aprovação tão alta?

A Raízen, então, passou a adotar a metodologia LEGO® SERIOUS PLAY®, da Play in Company. Ela é a responsável por capacitar mais de 250 profissionais da área de Serviços a Clientes e Parceiros da companhia.

No treinamento, a jornada de “Humanologia” é aplicada para ser compreendida e praticada por todos. Sonia explica que a ideia é que os funcionários tragam “soluções incrementais para o atendimento atual que já dava muito certo“.

Na visão da coordenadora, promover uma nova cultura neste caminho significa “levar solução de forma simples e humanizada” aos clientes, consumidores e parceiros.

Mirian Fávaro, sócia-diretora da Play in Company, participa desse processo. Ela aponta que, “apesar do movimento inevitável de digitalização“, há também “a necessidade de tornar o atendimento mais relacional“.

É LEGO, mesmo

Fávaro explica que a metodologia literalmente usa peças de LEGO pois “são universais e promovem hands-on“. Assim, conseguem aplicar soluções alinhadas ao momento, perfil do time e objetivos da Raízen.

Desta forma, como explica, a ideia é “entender o negócio da empresa e vivenciar de perto a experiência que o cliente B2B e B2C tem“. No processo, os colaboradores podem entender como a colaboração ajuda e acabam se engajando “ainda mais na missão de encantamento dos clientes“.

Os workshops são responsáveis por elaborar mapas de empatia, fazer pitchs de solução de problemas reais e construir cenários ideais de atendimento humanizado. Competências como escuta ativa, empatia, senso crítico, simplificação, adaptabilidade e outras são trabalhadas e desenvolvidas.

Sonia cita que as peças de LEGO como ferramenta de treinamento prática e lúdica foi uma escolha decisiva para atingir os resultados.

Tenho certeza de que daqui para frente, após essa vivência profunda, todas as experiências serão retransmitidas em nosso atendimento”, diz.

Recent Posts

SpaceX, Anthropic e OpenAI enfrentam riscos em possíveis IPOs

SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…

19 horas ago

Sistemas legados: como tomar decisões para garantir resiliência em setores críticos

por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…

22 horas ago

Sem equipes preparadas, IA não entrega transformação

A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…

1 dia ago

Cohesity obtém patente para aplicar IA diretamente em dados de backup corporativos

A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…

2 dias ago

Para Diogo Cortiz, maior desafio da IA é a falta de capacidade crítica para questionar suas respostas

Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…

2 dias ago

Agentes de IA vão dar “superpoderes” a profissionais de TI, diz DJ Sampath, da Cisco

DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…

2 dias ago