Transmissões ao vivo são tendências para extrapolar barreiras

Apesar de ainda mostrar crescimento e ser grande impulsionador de negócios, o setor de eventos sente, como tantos outros, o momento de retração do mercado. O público, que antes lotava os auditórios e congressos, agora precisa escolher quais são os realmente fundamentais de estar. Neste cenário, ainda que seja necessário seguir compartilhando conhecimento, os organizadores vêm se apoiando em tecnologias que buscam ultrapassar a presença física. A videocolaboração em nuvem se apresenta como uma grande aliada para as empresas que estão de olho na forte tendência de eventos virtuais – uma vez que pode ser totalmente personalizada, escalável e ainda permite gravações ou transmissões ao vivo.

“As pessoas deixaram de ver o vídeo como uma ferramenta cara e hoje veem a possibilidade de ampliar as discussões de um congresso, conferência ou mesmo uma aula magna, para fora de um espaço de eventos”, conta Renato Batista, fundador e presidente da NetGlobe, empresa especialista em videocolaboração em nuvem. O carro-chefe da empresa hoje é a NetGlobe Video Cloud – uma solução simples, acessível por meio de uma URL básica, a partir de qualquer navegador de internet ou, até mesmo, pelo celular.

Durante o World Travel Market América Latina 2016, os eventos híbridos (presenciais e com transmissão via internet) foram o grande destaque entre as tendências apontadas para o setor nos próximos anos. “O avanço e a simplificação das tecnologias de vídeo tornam esta uma realidade muito possível”, comenta Batista.

A NetGlobe Video Cloud é uma plataforma de videocolaboração “como serviço” (SaaS e IaaS) e em nuvem, que permite o acesso a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet. A solução foi utilizada no Techday, evento da NetGlobe em que, em sua 2ª edição reuniu mais de 80 participantes e cerca de 65% do público participou virtualmente. Há empresas que usam a plataforma para conectar mais de 5 mil pessoas, onde quer que elas estejam, aos seus eventos – eximindo, assim, a necessidade de presença física para assisti-los ou mesmo interagir com os seus conteúdos.

“O setor de eventos representa uma parte significativa de nossos negócios hoje e, cada vez mais empresas procuram soluções deste tipo para ampliarem o público participativo por meio da virtualização dos eventos”, finaliza Renato Batista.

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