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Transformação digital: setor de bens de consumo está atrasado na migração

Empresas de todos os segmentos estão apostando na transformação digital para ganhar diferencial competitivo. Contudo, segundo pesquisa realizada pela Loudhouse, a pedido da Progress, com líderes de TI e Marketing, embora o tema seja visto como crítico por muitas companhias no setor de bens de consumo sua estratégia, planejamento e implementação ainda são mais lentos do que o desejado.

Dos entrevistados, 60% admitem que sua organização ainda adota uma atitude de recusa sobre a necessidade de se transformar digitalmente. Ao mesmo tempo, 93% dos entrevistados acreditam que têm menos de dois anos para fazer incursões significativas na transformação antes que seu negócio comece a sofrer perdas financeiras e competitivas.

Por outro lado, 60% sentem que hoje já pode ser tarde demais para eles e outros 33% afirmam não ter atualmente uma estratégia digital claramente definida. Desses, 53% sabem que isto é importante, mas ainda não tomaram qualquer iniciativa. Finalmente, 49% admitem que têm dificuldade em planejar mais do que alguns meses adiante.

Apesar de os entrevistados expressarem preocupação em torno da capacidade de realizar a mudança, os executivos de escalão mais alto afirmam estar confiantes de ter hoje ferramentas e tecnologias certas para executá-la (entre 55 e 60%). Quando perguntados sobre os desafios, os resultados indicaram que 52% veem a transformação digital como algo perturbador e que vai levar um longo tempo.

Além disso, 66% sentem que TI e marketing não estão alinhados para entregar uma estratégia de transformação digital. Outros 64% acham difícil se manter com o cenário digital em constante mudança.

Próximo passo
As empresas do mercado de bens consumo rápido reconhecem a importância da transformação digital e 96% têm planos para atuar ainda esse ano. A totalidade dos entrevistados (100%) concordaram que melhorar e otimizar a experiência do cliente é uma prioridade. 

Os planos de ação incluem foco na velocidade e capacidade de resposta (56%); segurança (51%) e consistência em todos os canais (51%). As tecnologias críticas para essas iniciativas incluem tecnologias móveis (62%), de análise (58%), de conectividade de dados (45%), de comércio eletrônico (40%), de administração de negócios/regras (36%), de gerenciamento de conteúdo Web – WCM – (31%) e de plataforma como serviço (PaaS), com 29%.

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