Em uma sessão de perguntas e respostas com funcionários, Tim Cook, CEO da Apple, falou sobre sua decisão de se reunir com o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, argumentando que a medida é importante para engajar e é melhor do que ficar “gritando de fora”. As informações são do jornal The Guardian.
Cook também respondeu a perguntas dos empregados sobre a percepção de que a Apple abandonou sua linha de desktops Mac, e sobre o que ele acha que mais diferencia a empresa de seus concorrentes.
Questionado sobre a importância de ter estado com Trump nesse momento de transição, Cook disse que considerou fundamental o encontro, uma vez que governos podem afetar a capacidade de a empresa fazer o que faz. “O que fazemos é focar nas políticas. Algumas de nossas principais áreas de foco são privacidade, segurança e educação”, contou.
E continuou. “ A maneira que você influencia essas questões é estar na arena. E nós nos envolvemos quando concordamos e quando discordamos. Eu acho que é muito importante fazer isso porque você não muda as coisas apenas gritando. Você muda as coisas mostrando a todos por que seu caminho é o melhor.”
Um dos colaboradores, então, perguntou se os computadores de mesa continuam sendo parte fundamental da estratégia da gigante de tecnologia e ele respondeu que sim. “Ele é único em comparação com o notebook, porque você pode empacotar muito mais desempenho em um desktop”, comentou.
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