A TI deveria analisar as opções de sistemas operacionais com base em política, aquelas que incorporam planejamento de aplicativos, segurança e gerenciamento como parte da estrutura. Mas menos de um terço das empresas entrevistadas tem equipes que avaliam SOs no contexto corporativo geral e suas plataformas. Significantes 14% não têm processos padronizados para todos os sistemas operacionais ou dispositivos selecionados.
A maioria das organizações de TI tem equipes de servidor, desktop e telecom, e cada uma delas é responsável se alguma coisa der errado nessas áreas. É hora de mais colaboração.
Fornecedores já partiram nessa direção, repensando a abordagem de desenvolvimento e suporte. A Microsoft unificou equipes de servidor e desenvolvimento de desktop Windows há oito anos. A Apple considera integrar equipes de criação OS X e iOS. Com código aberto, não é tudo tão certinho, mas diversos fabricantes oferecem diferentes softwares, que tornam possível desenvolver um modelo Linux interessante, que cubra servidores, desktop e dispositivos móveis. Suas equipes precisam pensar sobre o sistema como uma plataforma inteira, não apenas relacionado a uma categoria de dispositivo.
Quebrar silos de TI, separando servidores, desktops e dispositivos móveis não será fácil. Estamos falando de criar uma equipe que atravesse fronteiras históricas para revisar todo o potencial de sistemas operacionais dentro de um contexto de funcionalidade, suporte e gerenciamento. Não estamos sugerindo que a equipe de servidor deva cobrir desktop. As equipes precisam criar uma visão comum sobre o que o SO irá fornecer, quais são os riscos e qual será a plataforma comum a gerenciar tudo.
Como lidar com tal mudança? Demonstrando como a melhora do processo de seleção do SO oferece a base para enfrentar seus maiores problemas: gerenciamento e segurança.
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