O veículo Model X, da Tesla Motors, que bateu em uma barreira de concreto no último dia 23/3, na Califórina (EUA), estava rodando em modo semiautônomo, com o sistema Autopilot.
Em comunicado divulgado no último sábado (31/3), a empresa de Elon Musk explicou que o motorista, Walter Huang pôs as mãos no volante apenas seis segundos antes do acidente, por isso não conseguiu evitar que o veículo se chocasse.
Huang, de 38 anos de idade, era engenheiro da Apple e morreu pouca horas após o acidente, em um hospital.
O Autopilot pode frear e acelerar por conta própria e permite que motoristas deixem de dirigir durante períodos prolongados. Mesmo assim, a Tesla exige que os mesmos mantenham “o tempo todo” as mãos no volante.
A morte é a primeira registrada em um veículo deste tipo da Tesla, o que por si só já seria tema para muitos debates sobre a segurança de carros autônomos. De quebra, menos de uma semana antes, um veículo autônomo da Uber atropelou e matou uma mulher no Arizona, também nos EUA.
Com o caso da Uber, a Toyota, por exemplo, suspendeu testes na região de San Francisco (Califórnia) e em Ann Arbor (Michigan), onde fica seu centro de pesquisas.
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