Com menos de um ano de atuação no Brasil, a Telit quer garantir receita de 8 milhões de euros (cerca de 24 milhões de reais) no País. De acordo com Marcos Kinzkowski, diretor geral da Telit Brasil, esse faturamento significa garantir de 15% a 20% de participação no mercado nacional de módulos máquina a máquina (M2M).
“Começamos as nossas operações em julho de 2008 e aproveitamos diversos clientes mundiais que têm atuação no Brasil. Agora, vamos partir para conquistar novas empresas e nichos”, afirma. O executivo destaca que a produção local, terceirizada para a SCI-Sanmina, facilita a atuação no mercado M2M.
Kinzkowski ressalta que a entrada em novos setores como o de rastreamento pessoal, de gestão logística e de centrais de segurança com GPR-S vão garantir que a meta de faturamento seja atingida. “Isso sem considerar o mercado automotivo [a decisão sobre obrigatoriedade de módulos M2M em carros ainda está pendente]. Se a lei for aprovada, o valor deste mercado pode dobrar”, completa.
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