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Telepresença da Cisco é peça-chave nos bastidores dos Jogos Olímpicos 2016

A tecnologia de telepresença da Cisco representa peça-chave no treinamento e alinhamento das equipes que participam dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Isso foi demonstrado de forma bem clara aos jornalistas que estavam presentes em uma coletiva realizada na sexta-feira (17/10), na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), localizado no Rio de Janeiro.

Durante a abertura, Marcus Vinícius Freire, superintendente-executivo de esportes do COB, propositalmente se apresentou por meio dos equipamentos de telepresença da Cisco e contou como a tecnologia está implementando o gerenciamento as comunicações dos bastidores dos Jogos Olímpicos de 2016.

“Não é somente uma ferramenta de colaboração. Com a tecnologia podemos enxergar, do Brasil e do exterior, o centro de treinamento, bem como dividir informações com atletas em treinamento fora do País, com equipes multidisciplinares, podemos acompanhar fisioterapias, médicos podem ver exames, entre outras coisas”, disse.

Esse projeto faz parte dos planos de legado pós-evento que a empresa está colocando em prática. “Nossa visão de projetos de legado Olímpico é de que os jogos não são um evento esportivo por si só, mas também é elemento modificador da sociedade e deixa uma marca muito maior do que podemos ver˜, afirmou Rodrigo Dienstmann, presidente da Cisco para o Brasil.

“[Com a tecnologia de telepresença] foi trazida a possibilidade de montar uma sala de controle”, afirma Adriana Behar, gerente de Planejamento Esportivo do COB. De acordo com a executiva, os equipamentos permitem o monitoramento por meio das telas, seja para estudar jogadas ou mesmo para acompanhar uma lesão nos atletas.

“Por sua vez, com a comissão técnica, o auxílio por meio dos equipamentos é imediato. Uma vez que você consegue integrar todo o contexto do atleta, o conselho de médicos para estudo de casos específicos, todos os técnicos etc. Tudo isso ajuda a tomar uma decisão naquele momento do que é preciso”, explica. Vale lembrar que são, ao todo, 29 confederações espalhadas pelo Brasil.

Essa iniciativa é importante não somente pelo fato de que a tomada de decisão ficará mais rápida e assertiva, mas também no quesito economia. Ainda não é mensurável o resultado, mas dá para ter uma ideia se partir do cálculo de que, no orçamento passado, o Comitê gastou com viagens e outros quesitos cerca de US$ 40 milhões. Agora não precisaria gastar com passagem, que podem custar, em média US$ 1,4 mil – sendo de 15 a 20 pessoas que colaboram com as equipes, além de otimizar tempo na questão deslocamento, de acordo com Freire.

O COB também conta com tecnologias de outras empresas parceiras como a Microsoft, que contribui com a parte de BI e machine learning. No futuro, é possível que a parceira com a companhia de Redmond renda mais frutos interessantes com foco nos atletas, como um relógio inteligente que pode medir todo tipo de informações sobre saúde.

*A jornalista viajou ao Rio de Janeiro a convite da Cisco

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