De acordo com José Cristóvão Martins, diretor de telecomunicações do Unibanco, o impacto da redução de custos após o contrato será automático. “Gastasmos o dobro deste valor com a manutenção desta infra-estrutura dentro de casa”. Esse é o terceiro e maior contrato de housing do Unibanco. Os anteriores, ^com a Telefônica e Embratel,incluíam apenas um centro de telecomunicação cada.
O Unibanco não pretende se desfazer, num primeiro momento, dos centros de telecomunicações já construídos nas praças consideradas prioritárias, como a matriz, em São Paulo, mas a instituição não descarta a possibilidade de que os contratos de housing possam evoluir para um outsourcing total da área de telecomunicações no futuro.
O banco está numa fase de expansão dos investimentos de telecomunicações para suportar novos produtos e serviços, especialmente aqueles relativos à Internet. De acordo com Martins, o Unibanco vem investindo cerca de R$ 10 milhões por ano nesta área. Entre os novos recursos, ele destaca a rede frame relay e ATM, um backcone de rádio em São Paulo e novos recursos para o call center da instituição.
O banco anunciou também que está ampliando sua infra-estrutura de telecomunicações para garantir maior largura de banda para os novos serviços. Para isso, vem testando as tecnologias de ISDN e fibra óptica.
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