O resultado operacional consolidado ficou em US$ 1,58 bilhão, marcando uma redução de 3,6% em relação a 2000 (US$ 1,81 bilhão). Mas a operadora tem uma explicação para o valor atual: gastou um total de US$ 220 milhões com a oferta pública de compra das ações da Seat PG e as ampliações dos negócios no Brasil, Turquia e Chile. Se levar em conta esses fatores, houve um crescimento de 7,7%.
No final de março, a dívida financeira líquida era de US$ 19,7 bilhões. Cresceu 17,7% em relação aos US$ 19,22 bilhões registrados no final do ano passado. A companhia acredita que o aumento se deve exclusivamente a aquisições feitas internacionalmente, entre elas, a compra de novas licenças de telefonia celular no Brasil. O crescimento do débito no 1º trimestre, contudo, não modifica as indicações orçamentárias para o ano de 2001, que prevêem uma dívida substancial sobre os níveis do fim de 2000.
O lucro líquido foi de US$ 340,8 milhões. Se comparado ao primeiro trimestre de 2000 (US$ 529,7 milhões), houve uma queda de 35,7%. Segundo a italiana, este resultado engloba encargos financeiros, novas aquisições e amortização do goodwill. Durante os primeiros três meses, a empresa gastou US$ 4,64 bilhões com investimentos. Roberto Colaninno, presidente da Telecom Italia, afirmou que os maiores investimentos do Grupo na América Latina são direcionados para o Brasil.
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