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Startup lança plataforma que integra social-commerce e ação social

Unir social-commerce e ação social é a promessa da startup Piggme, que lança sua plataforma web nesta quarta-feira (30). A startup recebeu investimento de R$ 1 milhão, entre capital pessoal dos fundadores e de um investidor anjo, e entra no ar com parcerias fechadas com o Paypall, Claro, Multilaser. Uma grande varejista, cujo nome ainda não foi divulgado, está em vias de consolidar a aliança.

Segundo um de seus fundadores, Jimmy Peixoto, a nova empresa está sendo procurada também por empresas de outro segmento, como dos setores como brinquedos, eletrônicos, taxi, entretenimento e beleza.

Mas, como funciona? Para ter acesso à plataforma de social-commerce, os usuários precisam ser convidados e pagam uma mensalidade de R$9,90 e, a partir disso, suas interações com amigos e publicações passam a somar pontos, que podem ser trocados em ofertas e produtos. Ao atingir 10 pontos, o usuário pode adquirir o cartão Piggme Visa por R$29,90 para gastar seus pontos como quiser. O Piggme funciona como uma moeda, e cada ponto vale um real para a compra de produtos e serviços.

Além disso, o social-commerce possui uma oferta diária a R$0,99, cuja arrecadação financeira será revertida para instituições do movimento Arrendondar, que foram selecionadas com base nas metas do milênio definidas pela Organização das Nações Unidas e auditadas pela PwC. No momento da compra da oferta do dia, o usuário escolhe qual instituição será beneficiada.
A plataforma tem integração com Facebook e será lançada em versão mobile para Android e iOS até o final deste ano. De acordo com Peixoto, o objetivo é alcançar 112 mil usuários até o final deste ano, número equivalente aos usuários que curtiram a página do Piggme no Facebook.

Mesmo tendo surgido há cinco anos, a ideia apenas de tornou forma no ano passado, de modo que os criadores consideram que o País está vivendo o momento propício para a evolução do social-commerce. Formada por um time de executivos com experiência em e-commerce, mídia e publicidade, a expectativa da startup é se tornar um e-commerce grande, uma vez que a estratégia se concentra na venda de produtos com valores abaixo dos cotados pelos buscadores de preço.

O executivo destaca que a plataforma possui três grandes pilares que sustentam o negócio: receita recorrente, transacional e publicidade. “Não estamos vendendo ofertas, e sim relacionamento. O diferencial oferecido aos parceiros é a possibilidade de reverter a verba de marketing investida em ROI de verdade, pois conseguimos mover uma massa crítica de usuário para o parceiro, convertendo a experiência do usuário em pontos que são distribuídos entre as pessoas mais engajadas”, justifica.

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