O líder do projeto e professor Peng Lui declarou que os ataques de hackers não podem ser prevenidos, mas com esta tecnologia, a base de dados pode “curar” a si mesma. Para Carl Olofson, analista do IDC, o projeto da Penn State, está avançado em relação aos demais sistemas de auto-reparação desenvolvidos pelas fabricantes de software para bases de dados. Para o analista, a parte interessante é que além de relatar os ataques – como o fazem os softwares atuais -, a nova solução é capaz de responder automaticamente ao ataque.
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