Sensores detectam falhas gerenciais antes de gerarem prejuízos

Chega ao mercado uma solução para facilitar a vida das empresas em seus processos de negócios, especialmente para corrigir falhas e gargalos que geram milhões em prejuízos. Trata-se, segundo anuncia Fernando Gamboa, diretor senior do gA, uma das maiores consultorias mundiais em Digital Business Transformation, da nova plataforma Process Intelligence.

“As empresas de todos os portes já podem colocar sensores para descobrir os seus problemas, monitorar a saúde financeira e otimizar os processos de negócios. Tal monitoramento tornou-se viável por meio da convergência de tecnologias como Process Mining, Advanced Analytics e Big Data”, destaca Gamboa.

“O uso de sensores viabiliza a captura de uma enorme quantidade de dados que as organizações utilizam, transacionam e geram. Permitem ver como realmente a emprea opera em tempo real, visualiza gargalos ou desvios e prevê o comportamento de um processo para facilitar ajustes em tempo real”, resume o diretor do gA..

Por exemplo, em um caso de abertura de empréstimo em um banco. São processos maduros, com muito volume, onde, aparentemente, as etapas e atividades de cada diretor nas áreas envolvidas são claramente determinadas. No entanto, nem sempre acontecem como elas estão desenhadas. Uma simples falta de assinatura ou documento gera atrasos e custos com retrabalhos. Este é um exemplo onde podemos usar a plataforma para saber quase em tempo real como os processos para aprovação de um crédito funcionam, como estão sendo executados e quais decisões devem ser tomadas para melhorar o trânsito da operação.

O paradigma que está por trás, assinala Gamboa, é a abundância de dados gerados. Se houver algum controle, um certo grau de sistematização das operações, mesmo que desintegradas, a plataforma pode, de alguma forma, ajudar na melhoria do gerenciamento.A plataforma está disponível para funcionar como SaS, ou como um serviço na nuvem, para ser alugada ou utilizada de acordo com o grau de necessidade de cada companhia, ou ainda através de modelos híbridos, considerando a infraestrutura do cliente.

O primeiro benefício é ter transparência na tomada de decisões, desde indicadores analíticos até indicadores operacionais. Outro benefício é que, ao invés de investir tempo fazendo entrevistas, criando comitês, validando o processo, em três ou quatro semanas de um set up, a companhia começa a ter sua primeira visão do processo, com dados específicos e reais.

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