Quando o assunto é segurança e privacidade dos dados, as empresas ainda pecam muito. Pesquisa produzida pela Edelman, em parceria com o Ponemon Institute, aponta que, em grande parte das companhias, falta prioridade, há ausência de recursos e pouca transparência na abordagem dos temas.
Para tais conclusões, foram ouvidos 6,4 mil executivos responsáveis pelo gerenciamento de dados em 29 países, incluindo o Brasil. Em material enviado à imprensa, as companhias concluem que o Edelman Privacy Risk IndexSM deixa claro a fragilidade da gestão dos riscos financeiros e de reputação causados pelo vazamento ou uso indevido de informações pessoais. Além disso, os resultados mostram que as empresas não agem com a rapidez necessária para lidar com o problema.
Falando do Brasil, especificamente, a realidade é bastante similar à global. No País, 51% dos entrevistados disseram que a empresa não considera privacidade e segurança das informações pessoais como prioridade; 43% entendem que suas empresas não têm experiência, treinamento ou tecnologia para proteger os dados e 40% afirmam não contar com os recursos adequados; além disso, apenas 26% dos ouvidos acreditam que a empresa seja transparente sobre o uso dado às informações de funcionários e clientes.
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