A fabricante de automóveis havia planejado criar a AutoCentric vendendo metade da companhia por US$ 25 milhões a 7800 distribuidores da GM e pagando a outra metade com seu próprio capital. Porém, uma comissão reunida nesta terça-feira, em Detroit, a GM declarou o fim do projeto “devido a determinação de que o modelo de negócio não é viável agora”.
A decisão da GM de abandonar o projeto segue um plano da companhia, formalizado em novembro, que determinavaa volta da unidade de e-business — e-GM — ao resto da empresa incluindo os 100 funcionários da área, que operava independente durante a maior parte do tempo. A GM dá continuidade a sua parceria com a Autobytel a fim de testar sistemas que relacionam clientes a distribuidores.
A decisão da montadora de recuar seu plano de Internet é similar a de sua rival, Ford Motors que também vetou iniciativas e-business. Aparentemente, as empresas deixaram de acreditar que o comércio eletrônico seria um grande passo em sua estratégia de competição. Para Kevin Prouty, analista da AMR Research, “Wall Street não se empolga mais com iniciativas de comércio eletrônico, mas voltou a valorizar a qualidade, o custo e o design”.
Segundo o porta-voz da GM Brasil, Carlos Augusto Souza, as atividades do projeto eletrônico do país continuam normais e devem ser ampliada para outros modelos de veículos, além do Celta. Souza não quis comentar a decisão da matriz.
A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…
A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…
O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…
A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…
A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…
As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…