Com os juros básicos da economia no menor patamar histórico – e em tendência de queda – cresce o número de pequenos investidores que buscam alternativas mais rentáveis, capazes de garantir o poder de compra do dinheiro e gerar um prêmio mais significativo que os tradicionais títulos públicos e privados de renda fixa. Segundo dados da B3, o número de CPFs cadastrados na bolsa brasileira dobrou em 2019, passando de 1,6 milhão.
Para ajudar os pequenos investidores a obter o conhecimento necessário para aplicar em ativos com maior risco e diversificar a carteira, num país que por muitos anos negligenciou a educação financeira da população, as casas de análise independentes têm apostado no uso de inteligência artificial para oferecer serviços mais assertivos e acessíveis aos clientes que não têm tanta experiência com o mercado de capitais.
“Desde o início do Plano Real, o brasileiro conviveu com o conforto de aplicações rentáveis, líquidas e seguras. Mas agora as distorções do mercado começam a ser corrigidas e o investidor vai precisar de uma postura mais ativa para conquistar ganhos significativos”, explica o CEO da SABE INVEST, Luiz Guilherme Dias. Mas o pequeno investidor nem sempre têm condições de arcar com os custos de um gestor de investimentos a seu dispor 24 horas por dia. Desta forma, a tecnologia pode facilitar o ingresso no mundo volátil das ações com mais assertividade, a um preço que cabe no bolso.
Além de baratear os custos do serviço de gestão de recursos, os robôs de investimento têm garantido performances superiores ao Ibovespa na seleção de ações para investir. A carteira “campeã” da SABE INVEST, por exemplo, obteve rentabilidade que superou o principal benchmark da bolsa em 83% na média dos últimos 12 meses.
Por meio do SABE Intelligence, um relatório para apoio à tomada de decisões de investimentos, baseado em inteligência artificial, a SABE monta uma carteira de ações com empresas que apresentaram desempenho destacado. Os algoritmos mapeiam as ações de acordo com seus scores, elaborados com base na análise fundamentalista de diversos indicadores de desempenho e dados financeiros dos balanços dos últimos cinco anos. O Big Data da empresa conta com mais de 140 mil demonstrativos financeiros de todas as companhias listadas na B3.
“Com as informações de fechamento do pregão diário, após o “aftermarket”, selecionamos as ações de companhias que alcançaram as maiores altas, as maiores baixas e que foram mais negociadas no mercado à vista. Seguindo uma ótica fundamentalista, calculamos, para cada companhia selecionada, com suporte de Inteligência Artificial, vários indicadores com informações diárias de mercado”, explica Dias.
Os cálculos dos indicadores são compostos com as informações dos balanços dos últimos 5 anos mais o último período trimestral corrente, extraídas do Big Data. A SABE faz o acompanhamento constante das ações e organiza rankings diários e mensal com as “campeãs” e as “lanternas” da bolsa, enviando relatório informativo todos os dias para seus clientes, investidores pessoas físicas, gestores de assets, fundos e bancos de investimentos. Também oferece relatórios setoriais e serviços focados em estratégias de investimento específicas, como small caps e empresas sustentáveis.
“Nosso objetivo é apoiar instituições do mercado, desde os gestores profissionais até os investidores individuais, de diferentes níveis de formação e experiência, a constituir e expandir patrimônio no longo prazo, por meio do investimento em ações de empresas de desempenho destacado”, complementa.
Para Dias, a tendência de popularização da bolsa demandará a difusão de conhecimento de qualidade em torno do mercado de capitais brasileiro. É neste segmento, carente de informações de qualidade e de fácil compreensão, que a SABE tem focado sua estratégia de crescimento, mirando a educação financeira do investidor.
“Nosso foco ampliou-se nos últimos anos para as instituições de ensino superior, buscando auxiliar professores e alunos, em especial na área de pós-graduação, no aprendizado e no apoio às pesquisas acadêmicas e estudos de caso, facilitados pelo acesso aos dados reais de empresas brasileiras disponíveis no Banco de Dados SABE”, ressalta Dias.
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