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Relatório What’s App, Doc? faz revisão dos aplicativos móveis na América Latina

Num mundo no qual os bancos estão cada vez mais digitais, é difícil pensar num banco que não tenha um app. Os aplicativos móveis são usados ​​no mundo inteiro na indústria de serviços financeiros, embora suas funções podem variar de país para país e de banco para banco.

Relatório da Celent, intitulado “What’s App, Doc?”, analisou 158 aplicativos de ​​50 bancos em dez países da América Latina e também fornece uma visão sobre suas principais características e tendências em cada país.

Dos 50 bancos no estudo, 90% oferecem aplicativos em vários sistemas operacionais. Os principais sistemas operacionais são Android e Apple, com 36% e 35% do mercado, respectivamente, seguido pelo BlackBerry com o 18% e Windows com o 11%. Além disso, 66% dos bancos da região oferecem aplicativos para clientes em pelo menos três plataformas.

Essencialmente, os aplicativos na América Latina permitem que os clientes possam acessar suas contas para verificar seu saldo e fazer várias transações, como pagamentos, consultar endereço de escritório e assistência. No entanto, escassos bancos oferecem recursos que permitam aos usuários pedir empréstimo ou abrir algum tipo de conta poupança através das apps.

“Avaliamos os aplicativos em termos de funcionalidade e qualificações dadas pelos usuários. Em termos de funcionalidade, 24% dos pedidos obtém três ou mais pontos numa escala de um a cinco, que é o limiar a partir do qual os clientes não estão nem satisfeitos nem insatisfeitos com eles. Por outro lado, 75% dos usuários de aplicativos o qualificam com três pontos ou mais”, diz Luis Chiapana, analista responsável pelo estudo.

“Para os bancos, os smartphones representam um componente importante da estratégia digital, onde o cliente está localizado no centro”, aponta Chipana.

Segundo ele, o uso de aplicativos em smartphones ajuda aos bancos a expandir serviços por meio de um canal de baixo custo. “Por exemplo, as transações ou consultas a partir de call centers ou nos estabelecimentos migrou para os canais de baixo custo, onde a maioria das transações são feitas pelo mesmo cliente”, adicionou.

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