Apesar de a Apple e sua linha iWatch dominarem o cenário de relógios inteligentes nos EUA, a situação é bem diferente fora da sua terra natal. De acordo com dados de mercado da consultoria Canalys, a chinesa Xiaomi ainda segura a coroa de empresa com mais produtos do gênero vendidos.
Durante o terceiro trimestre, a Xiaomi vendeu 12,2 milhões de vestíveis, tanto relógios Amazfit como as famosas pulseiras Mi Band. Se levarmos em conta que, durante o período, foram vendidos 45,5 milhões de acessórios eletrônicos, a empresa conta com 27% da participação global de vendas desse setor.
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Em segundo lugar está a Apple, com 15% de participação e cerca de 6,7 milhões de unidades vendidas. Apesar de longe da primeira colocada, é possível dizer que a firma de Cupertino viveu um ótimo trimestre: este foi o ele registrou o maior crescimento ano-a-ano desde 2017. O novo Apple Watch Series 5, lançado em setembro com novas funções customizáveis, foi responsável por 60% das vendas realizadas durante o período. Além do smartwatch de luxo, a empresa também está investindo em opções menos caras, a fim de se manter competitiva.
Na terceira colocação, a Huawei merece destaque: despachou 5,9 milhões de unidades entre julho e agosto deste ano, crescimento de 243% em comparação com 2018. Muito desse resultado positivo deve-se ao aumento de vendas registrado na China, sua terra natal. Durante o trimestre, a região foi responsável por 40% de todas as compras mundiais de pulseiras ou relógios inteligentes.
Quem acabou perdendo (considerável) espaço foi a Fitbit, comprada em novembro pela Google: apesar do recém-lançado smartwatch Versa 2, o percentual total de suas vendas caiu 8% no período, deixando a marca em quarto lugar no ranking das mais compradas.
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