Das 530 organizações financeiras, médicas, educacionais e corporativas entrevistadas, 75% têm conhecimento dos prejuízos financeiros. No entanto, apenas 47% foram capazes de quantificá-los. Como nos anos anteriores, o roubo de informações proprietárias foram responsáveis pelos maiores prejuízos, com um total de US $70,2 milhões.
Já os ataques denial-of-service quase dobraram, alcançando o segundo lugar entre os crimes de informática mais cometidos. Os entrevistados atribuíram a eles perdas da ordem de US$ 65,64 milhões, sendo que no 2001, este índice atingiu US$ 18,37 milhões.
Por outro lado, os prejuízos envolvendo fraudes financeiras recuaram de US$ 116 milhões para apenas US$ 9,17 milhões, este ano. As conexões de Internet representam um alvo freqüente de ataques para 78% das organizações. Os sistemas internos foram citados por 36% dos entrevistados.
No total, 92% das companhias admitiram ter sido vítimas de ataques. Contudo, as elas continuam ignorando que os próprios funcionários ou parceiros podem ser os vilões da história. Na opinião de Victor Wheatman, analista do Gartner, a maior parte das invasões é executada por funcionários ou com a ajuda deles.
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