Ramores foi “convidado” a responder a uma série de questões, mas não foi preso por falta de evidências formais. O suspeito optou pelo direito de “permanecer em silêncio”.
No apartamento de Ramores, foram apreendidos 17 artigos. Entre eles, um equipamento identificador de chamadas tipo bina (caller ID), arames, revistas sobre computadores, fitas cassetes, telefones e disquetes.
Mesmo sem provas contundentes – o computador de onde a polícia calcula ter sido a fonte inicial de espalhar o Loveletter não foi encontrado – as autoridades afirmam que os indícios encontrados são incriminatórios.
Nas Filipinas não há lei contra crimes de computadores. Segundo as autoridades locais um projeto de lei sobre o comércio eletrônico aguarda tramitação no congresso.
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