Notícias

Plataforma brasileira mede nível de vulnerabilidade humana nas empresas

A Flipside, empresa especializada em treinamentos e conscientização em segurança da informação, anuncia o lançamento do Eskive, plataforma de monitoramento de vulnerabilidade humana em segurança da informação que monitora e gera indicadores em tempo real para que os gestores de Segurança da Informação consigam antever, treinar e preparar as empresas para os ataques de engenharia social.

Com lançamento marcado para o dia 10 de maio, a ferramenta nasce em meio a um momento do mercado que divide os gestores: enquanto as empresas brasileiras pretendem gastar mais de R$ 5 bilhões em softwares e infraestrutura de segurança da informação só em 2018, maior valor na história do país, os cibercriminosos apostam em outra porta de entrada, uma bem mais vulnerável: 58% dos ataques sofridos por essas mesmas companhias em 2017 foram causados por falha humana.

Priscila Meyer, CEO da Flipside e responsável pelo desenvolvimento do Eskive, comenta que são poucas as empresas no Brasil que têm a maturidade avançada da conscientização em segurança da informação entre as equipes, o que cria uma oportunidade gigantesca para os cibercriminosos e até criminosos comuns, que coloca em risco anos de preparação e milhões em investimentos.

A plataforma permite que os gestores de segurança da informação visualizem cada colaborador ou setor da empresa pela Escala Eskive, um índice de 1 a 5 que mostra o grau de vulnerabilidade daquela pessoa/setor e quais são as ações de educação necessárias para aumentar o nível de conscientização.

Para entregar os indicadores, são aplicados sensores de monitoramento que simulam situações para entender e metrificar comportamento dos usuários, as simulações são realizados no ambiente físico e digital. Com isso, é possível medir o nível de vulnerabilidade para ataques de vishing, quando o atacante se utiliza de ligações telefônicas para obter informações estratégicas da empresa; de smishing, que testa golpes por sms e mensagens via celular; e até mesmo ataques presenciais de engenharia social, como a tentativa de invasão da sede da empresa ou o envio de correspondências falsas, além da distribuição de pen drives em ambientes comuns para testar como os funcionários vão reagir.

Os resultados dessas simulações abastecem a plataforma digital que entrega para os gestores relatórios didáticos do panorama atual, além de apontar qual é o tipo de ataque que a empresa está mais vulnerável.

Recent Posts

Movida lança agente de IA no WhatsApp em parceria com a Meta e aposta em nova experiência de locação

A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…

11 horas ago

Oracle nomeia Marcelle Paiva como nova VP de vendas, Data&AI Hub na América Latina

A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…

12 horas ago

Mercado de IPOs de tecnologia ganha força com avanço da IA

O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…

13 horas ago

Oracle adiciona US$ 85 bilhões em contratos de IA e encerra trimestre com carteira recorde de US$ 638 bilhões

A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…

13 horas ago

Disputa entre Anthropic e OpenAI expõe divergências sobre o futuro da inteligência artificial

A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…

13 horas ago

Marketing B2B precisa se reorganizar para atender compradores mais autônomos, diz Forrester

As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…

14 horas ago