Mesmo assim, os executivos da consultora estão surpresos com o grande número de CEOs que consideram mínimo o impacto dos ataques na segurança corporativa. Um terço espera que os gastos com proteção não devem crescer e um em cada cinco entrevistados não acreditam que a segurança seja mais importante agora do que antes do dia 11 de setembro.
“As companhias ainda não estão certas de como devem se prevenir”, diz Mark Gerencser, vice-presidente de estratégia para segurança da Booz Allen. “Não existem precedentes, nem avaliações do real tamanho da tragédia”, completa o executivo.
A pesquisatambém aponta que cerca de 50% dos CEOs estão avaliando alternativas no caso de rompimento de sua cadeia de suprimentos, já que os negócios americanos perderam centenas de bilhões de dólares devido aos ataques terroristas. A utilização de videoconferências também cresceu cerca de 60% nas empresas.
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