O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse na sexta-feira (12/08), no Rio de Janeiro, que não vê problemas na abertura do mercado de TV a cabo para empresas de telefonia. Segundo Bernardo, a medida beneficia a construção de fibra ótica. “Então, não é um recurso escasso. É um investimento dessas empresas e elas poderão agregar recursos para investimento e tecnologia e dinamizar o setor”, disse.
A matéria consta de projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional. Para Paulo Bernardo, a proposta deve entrar em votação na próxima semana, depois que o ministério respondeu a questionamentos feitos por alguns senadores.
“Uma coisa importante é que elas [as empresas de telefonia] ficam impedidas de participar da produção, que fica reservada para as empresas brasileiras de radiodifusão e produtoras independentes”, explicou. Segundo o ministro, as telefônicas terão que comprar as assinaturas e o material a ser veiculado no conteúdo.
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