Entre as prioridades estão, em primeiro lugar, gastos com a compra de software e de hardware. Em segundo aparece os serviços de consultorias, envolvendo a implementação de políticas de proteção. No entanto, o analista ressalta que o grau de conscientização das corporações ainda deixa a desejar.
Para se ter uma idéia, mais de 90% dos entrevistados afirmaram possuir apenas ferramentas de antivírus e firewall. E esse índice refere-se ao aumento na incidência de ameaças em seus servidores no último ano – cerca de 60% das empresas disseram ter sido afetadas. Esse cenário comprova a pouca atenção dada a políticas de segurança interna, hoje um dos maiores responsáveis pelos problemas.
“Um exemplo disso é a pessoa que compra um carro blindado, mas todo dia faz o mesmo caminho”, diz. O relatório revelou ainda que soluções de administração, autorização e autenticação são adotadas por menos de 70% desse universo. “O uso delas poderia minimizar os impactos, pois uma grande parcela dos ataques e roubos de informação vem dos próprios funcionários”, observa Peres.
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