Open aposta em criptografia

Segundo Carlos Alberto Barros Costa, diretor-superintendente da Open, a grande vantagem da ferramenta é o custo que chega a ser 20% menor do que o praticado no mercado. “Como as soluções de nossos concorrentes são trazidas de fora, eles têm preços até cinco vezes maiores”, observa.
O Cryptoplus possui o formato de uma biblioteca criptográfica, funcionando como um framework, multi-plataforma. Por ter um grande número de algoritmos, a solução permite trocar, por mais de uma vez, as senhas exigidas em uma operação de retirada de dinheiro, em caixas automáticos.
“As teclas a serem digitadas são sorteadas na hora e as informações, composta por uma matriz das letras, servem com uma segunda identificação do usuário. Essa seqüência, por sua vez, modificada aleatoriamente sua posição na tela a cada operação, tornando muito mais difícil a invasão de terceiros aos dados do cliente”, explica o professor Terada.
Com seis clientes da área financeira usando a tecnologia, a Open também vislumbra o mercado de telecom. Para Carlos Alberto, a solução pode garantir a segurança de transações eletrônicas em ambientes wireless. “Mas nossa idéia não é estar na ponta. Queremos oferecer padrões para equipes de desenvolvedores que possam inserir em seus produtos a tecnologia da Open”, ressalta o executivo.
