Até agora, há mais engenheiros sonhadores falando sobre um mundo interconectado do que produtos que realmente correspondam a esse ideal, mas isso não minou o otimismo dos fabricantes, de acordo com a Reuters.
Segundo Noriyasu Yamada, gerente de planejamento de produtos da Sony, o IPv6 é acessível para um número ilimitado de endereços de internet, o que significa que usuários corporativos e residenciais podem se valer de aplicativos ou dispositivos para utilizá-lo.
O padrão também deve permitir que grandes volumes de dados sejam transferidos entre os aplicativos. Para Satoru Oyama, analista sênior da Lehman Brothers, a primeira imagem que lhe vem à cabeça é de uma teleconferência avançada por meio da internet – não como os serviços já disponíveis, que não têm qualidade suficiente. “Eu pessoalmente busco uma situação em que poderei participar de uma reunião enquanto estou em um spa.” Mas isso ainda pode levar alguns anos para acontecer.
Em linhas gerais, a promessa do IPv6 depende de um poderoso microprocessador chamado Cell. A Sony está trabalhando junto à Toshiba e a IBM no Cell, um processador que pode ser dez vezes mais poderoso que os chips convencionais e é capaz de transportar grandes quantidades de informação por meio da rede de trabalho.
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