Tim protege 12 mil endpoints em menos de 20 dias e reforça operação de cibersegurança

Projeto unificou a gestão de segurança, reduziu análises manuais e acelerou a resposta a incidentes sem impacto para usuários ou serviços críticos

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A imagem mostra um smartphone moderno com tela curva e um recorte para câmera frontal, segurado por uma mão. O ecrã exibe um aplicativo com fundo azul e interface limpa, onde se lê uma saudação personalizada: "Olá Fábio 👋". A mensagem informa sobre uma conta referente a "Março 2023" no valor de "R$ 174,00". Abaixo, há dois botões destacados com bordas arredondadas e fundo transparente, que dizem "Pagar agora" e "Código Pix". No canto superior esquerdo, há um logotipo vermelho estilizado. O design do aplicativo segue um estilo minimalista e moderno. (tim)
Imagem: divulgação

A Tim Brasil concluiu uma iniciativa de modernização de sua operação de cibersegurança que resultou na proteção de aproximadamente 12 mil endpoints em menos de 20 dias. Segundo a operadora, a implementação foi realizada sem interrupções para usuários ou impactos nos serviços considerados críticos para o negócio.

A ação faz parte da estratégia da companhia para fortalecer sua capacidade de prevenção, detecção e resposta a ameaças digitais em um setor cada vez mais visado por ataques cibernéticos. Como operadora de telecomunicações responsável por conectar milhões de pessoas e empresas em todo o País, a Tim está inserida em um segmento classificado como infraestrutura crítica, sujeito a elevados requisitos de segurança e conformidade.

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Antes da atualização, a empresa lidava com um ambiente composto por diferentes ferramentas de segurança que geravam um grande volume de alertas. A necessidade de correlacionar informações manualmente aumentava a complexidade operacional e exigia mais tempo das equipes para identificar incidentes que realmente demandavam atenção.

“Com tanta informação chegando, o risco era perder tempo com o que não era essencial”, afirma Fábio Soares Pereira, diretor de Segurança Cibernética e de TIC da Tim Brasil.

Para aprimorar esse processo, a operadora adotou o Microsoft Defender XDR, plataforma que consolida sinais de segurança relacionados a dispositivos, identidades e comportamentos em uma visão integrada. Com isso, as equipes passaram a receber informações mais contextualizadas desde os primeiros alertas, permitindo investigações mais rápidas e objetivas.

Além da tecnologia, a companhia incorporou o suporte especializado do Defender Experts for XDR, utilizado para auxiliar na validação de alertas, priorização de incidentes e refinamento das investigações. A iniciativa teve como objetivo reduzir escalonamentos desnecessários e aumentar a eficiência das operações de segurança.

“A Defender Experts for XDR passou a funcionar como uma extensão da nossa própria equipe”, destaca Moisés Marcone Ferrari, diretor de Cloud & IT Service Management da Tim Brasil.

Leia também: Empresas enfrentam lacuna crescente entre adoção de IA e segurança na nuvem

Implementação acelerada e foco na continuidade operacional

A implantação foi conduzida com foco na preservação da continuidade dos negócios. Em menos de 20 dias, a nova estrutura já estava operando em diferentes áreas da companhia e protegendo cerca de 12 mil endpoints distribuídos pela organização.

Segundo a Tim, o processo ocorreu sem impactos para colaboradores ou clientes, permitindo que a operação seguisse normalmente durante toda a implementação.

Com a nova arquitetura em funcionamento, a operadora passou a contar com maior visibilidade sobre eventos de segurança, além de acelerar investigações e direcionar mais esforços para atividades preventivas.

A empresa afirma que a combinação das soluções adotadas resultou em uma operação mais integrada, com redução da carga de análises manuais, ganho de eficiência operacional e fortalecimento da postura de segurança diante do aumento da sofisticação das ameaças digitais.

Além dos benefícios imediatos, a iniciativa criou uma base tecnológica preparada para futuras evoluções relacionadas à automação de processos, aplicação de inteligência artificial e modernização contínua das operações de segurança.

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A redação contempla textos de caráter informativo produzidos pela equipe de jornalistas do IT Forum.

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