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Thomson Reuters migra infraestrutura Oracle e reduz onboarding em 25%

A Thomson Reuters migrou de uma infraestrutura on-premise para a nuvem da Oracle (a Cloud Infrastructure, ou OCI) e reduziu em 25% o tempo de onboarding dos clientes. O projeto levou 21 meses e incluiu a migração de 282 clientes, cerca de 500 servidores e mais de 60 TB de dados, e foi executado em parceria com a Ilegra.

Segundo as partes, o projeto precisou de uma estratégia que garantisse a continuidade da operação, com mínima indisponibilidade. A modernização é considerada um passo importante para a estratégia de inovação da TR.

“Entre os vários desafios desta migração, um deles foi a necessidade de conhecimento especializado em operação na OCI. Havia uma preocupação não apenas em viabilizar a migração dos nossos clientes em tempo hábil, mas também em tomar decisões técnicas que se conectassem a um roteiro de evolução de longo prazo para a nossa plataforma”, lembra em comunicado Gustavo Andretta, gerente sênior de sistemas da Thomson Reuters.

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Segundo as partes envolvidas, o projeto resolveu desafios de escalabilidade, uma vez que a base de clientes era limitada pela burocracia na aquisição de servidores, o que tornava o onboarding lento. Também foram solucionadas as vulnerabilidades de segurança anteriores, já que a antiga plataforma tinha mais de 20 anos de uso.

A nova arquitetura também permite a adoção de práticas mais modernas de desenvolvimento, como eventos, streaming e serviços nativos de nuvem.

“Utilizamos um pipeline de DevOps com Packer e Ansible, todas as máquinas virtuais foram recriadas na OCI (…). Em paralelo, a arquitetura foi modernizada com a adoção de serviços gerenciados da OCI, como o Oracle Kubernetes Engine (OKE) para orquestração de contêineres e o Block Storage para persistência de dados”, conta Jackson Oliveira, arquiteto chefe de soluções da Ilegra. “A automação via Terraform e Helm Charts trouxe a agilidade necessária para provisionar e gerenciarmos os novos ambientes.”

Na frente de dados, houve adoção do Oracle Autonomous Database. Por se tratar de uma plataforma com mais de 60 TB, explicam as partes envolvidas, a elasticidade e gestão autônoma facilitaram a migração com tempo mínimo de inatividade.

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