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Tenable anuncia aquisição da Vulcan Cyber por US$ 150 milhões

A Tenable, empresa americana de cibersegurança, anunciou na quarta-feira (29) que assinou um acordo de aquisição da israelense Vulcan Cyber, especialista em gerenciamento de exposição. O negócio prevê o pagamento em US$ 147 milhões em dinheiro e US$ 3 milhões em unidades de ações restritas (RSUs) adquiridas no futuro.

A expectativa é que a operação seja concluída ainda no primeiro trimestre de 2025, após aprovações regulatórias.

Segundo a Tenable, os recursos da Vulcan Cyber vão aprimorar a plataforma de gerenciamento de exposição já oferecida pela empresa, aprimorando “a capacidade dos clientes de consolidar exposições em sua pilha de segurança”. A Tenable planeja expandir a One Exposure Management Platform com recursos da Vulcan Cyber, incluindo visibilidade aprimorada, fluxos de dados de terceiros, priorização de risco e remediação.

“Os CISOs estão sobrecarregados com produtos de segurança dispersos, ferramentas isoladas e equipes desarticuladas, o que torna a proteção de suas organizações contra exposição uma tarefa gigantesca”, explica sobre a aquisição Steve Vintz, Co-CEO e CFO da Tenable, em comunicado. “Com a Vulcan, estamos acelerando nossa visão de Tenable One para unificar radicalmente a visibilidade, o insight e a ação de segurança em toda a superfície de ataque…”

Leia também: Com avanço da IA, escassez de talentos será desafio para proteção de dados, diz DPOnet

Segundo Mark Thurmond, Co-CEO e COO da Tenable, se trata de uma “mudança fundamental na forma como as organizações gerenciarão os riscos cibernéticos de forma holística no futuro”. “Ao unir ferramentas e dados distintos sob o mesmo teto, estamos fornecendo às equipes de segurança uma visão de espectro completo de sua superfície de ataque, permitindo que elas priorizem o que mais importa e ajam decisivamente para lidar com vulnerabilidades.”

Na prática, a Tenable aposta em sua plataforma One como uma oferta de consolidação. E diz que ela integra mais de 100 produtos de segurança, incluindo avaliação de vulnerabilidades, segurança de endpoint, segurança de nuvem, segurança de aplicações e inteligência de ameaças. E argumenta que essa abordagem “centraliza dados críticos e capacita as equipes de segurança a operarem de forma mais eficiente e proativa”.

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