Com isso, a Telefônica mostra sua capacidade tecnológica para disputar os leilões das bandas D e E, além da ampliação de sua rede de telefonia fixa para outros estados. “Vamos atender toda a demanda de linha do estado até junho de 2001. Isto permitirá aumentar nosso serviços para, pelo menos, 16 cidades”, garante Manuel Garcia Garcia, diretor geral da Telefônica.
Antes dessa ampliação, a operadora precisa atingir as metas de universalização estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para isso, a companhia vai investir R$ 3,4 bilhões no próximo ano e instalar cerca de 1,7 milhão de linhas.
Quanto à disputa pelo Serviço Móvel Pessoal, Garcia não quis adiantar se a Telefônica entrará sozinha, com seu principal acionista, Portugal Telecom, ou através de fusões. “Não descartamos nenhuma possibilidade, nem mesmo a compra de operadoras, mas por enquanto não podemos divulgar”, afirma.
O centro inaugurado hoje levou dois anos para ser concluido e recebeu R$ 115 milhões de investimento. Tem 4,7 metros quatrados de área construida e capacidade de gerenciar 35 milhões de linhas telefônicas. Com ele, engenheiros e técnicos detectam o local exato onde possa ter ocorrido qualquer anormalidade na rede, podendo remanejar o trafego das ligações.
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