O phishing – tipo de ataque que utiliza mensagens falsas para roubar dados ou instalar malwares – continua entre as principais portas de entrada para ataques contra empresas, mesmo com o avanço das ferramentas de proteção. Isso porque as brechas estão no comportamento humano e na forma como as organizações tratam a segurança, nem sempre nos dispositivos e sistemas.
Um levantamento da KnowBe4, dona de uma plataforma de gestão de riscos, descobriu que 33,1% dos usuários em simulações de ataques clicam em links ou interagem com mensagens de phishing. Os dados foram coletados em 67,7 milhões de simulações do tipo, realizadas com 14,5 milhões de usuários em mais de 62 mil organizações.
“Muitas organizações ainda tratam o phishing apenas como um problema tecnológico, quando na verdade ele está diretamente ligado ao comportamento humano. Sem treinamento contínuo e uma cultura de segurança forte, mesmo as melhores ferramentas podem ser insuficientes”, diz em comunicado Rafael Peruch, consultor técnico CISO da KnowBe4.
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A partir dessa base, a KnowBe4 mapeou cinco pontos cegos que ajudam a explicar por que o phishing continua funcionando. São eles:
Segundo a KnowBe4, programas contínuos de treinamento e conscientização podem reduzir o risco de phishing em até 86% após um ano. Para a empresa, isso reforça que o comportamento humano precisa ser tratado como parte central da estratégia de cibersegurança.
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