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Maioria das pessoas espera que tecnologia freie mudanças climáticas

A maioria das pessoas acredita na tecnologia como solução para endereçar as mudanças climáticas, apontou o Bosch Tech Compasss 2023. De acordo com o estudo, em todo o mundo, 83% das pessoas entrevistadas acreditam que a tecnologia é chave para esse enfrentamento. No ano anterior, a porcentagem de pessoas que apostavam na tecnologia para tais fins era de 76%.

De forma geral, a confiança na tecnologia aumentou de um ano para outro. 75% das pessoas entrevistadas agora acreditam que o progresso tecnológico pode tornar o mundo um lugar melhor. Em 2022, 72% das pessoas concordavam com a mesma afirmação. A pesquisa da Bosch foi feita com pessoas com 18 anos ou mais em sete países, entre eles o Brasil.

A sustentabilidade enquanto prioridade das empresas e marcas também é vista como sinônimo de sucesso. Para 82% das pessoas, quanto mais uma empresa se comprometer com tecnologias sustentáveis, mais sucesso econômico ela terá no futuro. Essa visão é mais predominante no Brasil e na Índia (cada um com 87%) e prevalece menos nos Estados Unidos (73%).

Leia também: O que é ESG? Compromisso ambiental, social e de governança explicado

No entanto, quando se trata do compromisso do setor empresarial com a ação climática, mais da metade dos entrevistados (58%) sentem que apenas uma minoria das empresas está seriamente comprometida com a sustentabilidade no momento.

“Combater as mudanças climáticas é a maior tarefa da nossa era. As pessoas estão, portanto, certas em esperar que as empresas forneçam soluções técnicas para esses problemas. […] A digitalização pode desempenhar um papel especial na sustentabilidade”, destaca Stefan Hartung, presidente mundial da Bosch.

O estudo também buscou avaliar expectativas de consumo dos entrevistados em relação ao metaverso, em especial, a percepção de mobilidade. De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados podem se imaginar comprando um carro para o metaverso. O interesse e a vontade de fazê-lo são especialmente altos na China (75%) e na Índia (69%). E embora os entrevistados no Brasil (47%), nos Estados Unidos (33%), no Reino Unido (30%), na Alemanha (26%) e na França (23%) ainda sejam um pouco mais céticos, os números mostram que o desejo de ter um carro existe não apenas no mundo real, mas também na realidade virtual.

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