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Pesquisa aponta que 43% das empresas não têm planos de continuidade

Caucasian Office Worker with Smartphone and Laptop Computer in Front of Him. Office Work Theme.

Segundo levantamento do Grupo Daryus, 43% das empresas não tinham um Plano de Continuidade de Negócios (PCN) ou Gestão de Crises (PGC) para enfrentar os efeitos da pandemia da Covid-19. Além disso, caso o período de crise seja ainda mais longo, 35% das empresas não estão preocupadas com a segurança de serviços como saques, furtos, invasões e distúrbios civis.

“As empresas que tinham um PCN já estruturado antes da pandemia conseguiram se manter vivas e competitivas, com menos confusão, melhor gestão na crise e mais rapidez na tomada de decisões, tendo em média 50% menos perdas e interrupções do que as empresas que não contavam com isso”, afirma Jeferson D’Addario, especialista em continuidade de negócios e CEO do Grupo Daryus.

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Veja também: Liderança de TI repensada: como a pandemia cobrou uma nova gestão dos CIOs

Ainda de acordo com o levantamento, 27% das companhias buscaram medidas de segurança adicionais e monitoramento das informações aproximando segurança empresarial, cibersegurança e continuidade. “Uma empresa demora até 15 dias para se recuperar de um ciberataque e pode perder milhões, além de precisar reconstruir a sua imagem perante o mercado”, destaca Ricardo Tavares, coordenador da Pós em Cibersegurança, criada e mantida pela Daryus Educação, outra empresa do grupo.

“Isso reforça o despreparo de muitas empresas brasileiras, e mostra que temos muito a fazer para conquistar uma melhor posição em produtividade e resiliência frente a outros países quando o assunto é gestão de riscos, cibersegurança ou continuidade. Para os investidores, além de inovação, isso pesa muito na decisão de investimento. Gestão de Riscos é mais que papel e planilhas”, complementa D’Addario.

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Published by
Raphael Andrade
Tags: cibersegurançagrupo daryuslevantamento
6 anos ago

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