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Os dados mudaram sua vida, e agora vão mudar sua empresa

Há mais de uma década vemos as novidades no dia a dia das empresas e dos usuários finais trazidas pela Internet das Coisas, a IoT. Os processos já não são mais os mesmos: tudo o que passa pela internet gera um rastro que se converte em dados. Segundo pesquisa do Gartner, em 2019 chegaremos a um total de 14,2 bilhões de dispositivos conectados, o que equivale ao dobro da população mundial, e aos 25 bilhões até 2021. Agora, estamos passando pelo processo de análise e compreensão desses dados gerados por todos os aparelhos eletrônicos, programas e softwares.

A revolução dos dados já existe, mas está se aprimorando conforme a tecnologia evolui. O já não tão distante 5G vai trazer possibilidades que hoje em dia só são vistas em filmes, como as casas inteligentes, velocidades de transmissão muito acima da média e até cirurgias à distância graças à baixa latência. As informações que já são coletadas há alguns anos vão influenciar a experiência dos usuários, corporativos ou não. À medida que melhorarmos a experiência e a conectividade, teremos uma necessidade maior de analisar as informações geradas nessa interação. Segundo pesquisa da IDC, os mercados de soluções em Big Data e business analytics devem alcançar em 2019 a marca dos US$ 189,1 bilhões gerados, 12% a mais do que no ano passado.

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Ligada às novas gerações, a transformação digital está condenando aqueles que não estão aderindo às mudanças. A maneira como realizamos a interface com os serviços de maneira tradicional já não cabe mais aqui. Quem consome os serviços digitais já possui uma mente conectada. As questões são: como criar soluções digitais para que o cliente tenha novas e melhores experiências? O que fazer com a quantidade de dados gerados?

A jornada dos dados

A jornada de dados deve ser usada de maneira mais eficiente e segura. A coleta de informações é feita por meio de IoT, com os dispositivos transmitindo dados o tempo todo via internet. Não adianta possuir muitos gigas de mapeamentos de comportamento dos usuários, enquanto não desenvolvermos uma leitura correta e adequada dessas informações. Temos seis grandes passos dentro dessa jornada: a coleta, o transporte, a proteção, o armazenamento e processamento, a análise e o compartilhamento. A boa realização de cada fase impacta na próxima, garantindo a qualidade do processo de busca pela revolução digital.

Empresas que já estão se moldando digitalmente conseguem mapear melhor seus colaboradores utilizando a inteligência artificial. É possível reestruturar equipes inteiras analisando os dados de performance de cada um, tanto no back office quanto no front office, reduzindo erros e melhorando inclusive a comunicação dos times internos. Por que a área de marketing não está alinhada com o pessoal de produtos ou com a TI? As novas estruturas permitidas pelos dados conseguirão unir tudo isso.

Profissionais em falta

A máquina não vai substituir o homem. Pelo contrário, a tecnologia vem para complementar o trabalho e auxiliar as equipes a se tornarem mais estratégicas. Essas ferramentas estão nos dando subsídios para nos desenvolvermos e criarmos políticas de ações que irão impactar positivamente empresas e pessoas.

Mas, para isso, uma grande carência que ainda precisamos suprir no mercado é a de profissionais que saibam ler e interpretar essas informações, como os cientistas de dados. Estamos enfrentando uma busca por quem tenha um potencial grande para juntar as ferramentas às dinâmicas das empresas, realizando análises mais abrangentes como meio para criar soluções e descartar o que não for útil. Segundo a IDC, em 2025 teremos produzido mais de 180 trilhões de gigabytes de dados digitais. É crucial saber o que fazer com tantas referências.

Fazendo um panorama, segundo a pesquisa Global Data and Analytics Survey, da PwC, 39% das companhias se identificam como altamente direcionadas por dados, sendo que 36% delas conseguem prever melhor do que as demais organizações os próximos passos a serem tomados.

Dentro das empresas, é esperada essa integração e alta performance com base no mapeamento dos dados. No cotidiano, teremos experiências cada vez mais interligadas e direcionadas, como se todas as funções fossem pensadas para cada indivíduo, de forma inteligente e personalizada, tornando-os protagonistas das próprias atividades.

Sobre a Orange Business Services

Como a divisão B2B do Grupo Orange, a Orange Business Services se concentra exclusivamente em atender empresas em todo o mundo. Tanto uma operadora de rede quanto uma integradora de serviços digitais, a Orange Business Services possui expertise nas áreas de IoT, Cloud, Data e AI, desenvolvimento de aplicativos e segurança cibernética. Ela suporta e protege as empresas em todos os estágios do ciclo de vida de seus dados, desde a coleta, transporte, armazenamento e processamento até a análise e compartilhamento.

Convencido de que a inovação é essencial para os negócios, a Orange Business Services coloca seus clientes no centro de um ecossistema colaborativo aberto. Isso inclui seus 25.000 funcionários, os ativos e a expertise do Grupo Orange, seus parceiros de tecnologia e negócios e um conjunto de startups selecionadas. Mais de 3.000 empresas multinacionais, bem como dois milhões de profissionais, empresas e comunidades locais na França, confiam na Orange Business Services.

*Por José Renato de Mello Gonçalves, VP da Orange Business Services para a América Latina

**Sobre: A Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações do mundo, com receita de 41 bilhões de euros em 2018 e 264 milhões de clientes em todo o mundo em 31 de março de 2019. A Orange está listada na Euronext Paris (ORA) e na Bolsa de Valores de Nova York (ORAN). A marca Orange e os nomes de seus produtos ou serviços inclusos neste material são marcas registradas da Orange ou Orange Brand Services Limited.

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Published by
Ana Gabriela De Callis
Tags: big data;dadostransformação digital
7 anos ago

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