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O que faz um analista de segurança da informação e quanto ganha em média?

A crescente adoção de novas tecnologias e o aumento das violações de dados, que hoje custam às empresas US$ 3,86 milhões em média, criaram um vasto campo de trabalho para analistas de segurança da informação. No Reino Unido, o salário anual de um profissional da área é de cerca de 164 mil reais, e o valor deve crescer nos próximos anos.

O que faz um analista de segurança da informação?

Os analistas de segurança da informação protegem os dados comerciais, analisando o ambiente de TI das empresas para identificar suas vulnerabilidades e recomendar as melhores práticas de proteção de dados e redução de ameaças. Vale ressaltar que nem todo anúncio de emprego terá o título de “analista de segurança da informação”. Posições semelhantes incluem nomes como analista de segurança, consultor de segurança da informação e analista de segurança cibernética.

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As responsabilidades específicas variam de acordo com o setor, mas geralmente incluem avaliação de risco, planejamento de métodos de proteção, instalação e atualização de softwares, análise de medidas de segurança, planejamento de procedimentos de recuperação e resposta a violações. Também é esperado que os profissionais monitorem as redes de seus clientes, produzam relatórios sobre políticas de segurança, pesquisem tendências de proteção de dados, realizem testes de falhas e desenvolvam novas práticas de segurança.

Quais pessoas são adequadas para os cargos de análise de segurança da informação?

Os profissionais da área devem ter uma mentalidade analítica, com ênfase na segurança cibernética e conhecimentos sobre as tecnologias mais recentes. Em geral, são pessoas que têm personalidade técnica com habilidades de TI, mas também precisam ser bons comunicadores, visando garantir que os colaboradores das empresas entendam os riscos de segurança para a organização.

Outras características importantes para os analistas de segurança da informação são capacidade de executar multitarefas, gerenciar projetos, resolver problemas, trabalhar em equipe, prestar atenção a detalhes e atuar sob pressão.

Quais qualificações os analistas de segurança da informação devem ter?

A maioria dos analistas de segurança da informação é formada em áreas como informática, análise de sistemas e ciência da computação. Apesar disso, alguns profissionais ingressam na área aceitando posições iniciais em TI, trabalhando até atingir cargos maiores.

Quais certificações são melhores para analistas de segurança da informação?

No exterior, algumas das principais certificações para analistas de segurança da informação são: SSCP (Certified Security Certified Practitioner), Certified Cyber ​​Professional (CCP), Certified Information System Security Professional (CISSP), Certified Ethical Hacker (CEH) e GCHQ Certified Training (GCT).

Como é a trajetória da carreira?

A escassez de mão de obra na área de segurança cibernética significa boas perspectivas de crescimento para analistas de segurança da informação. Geralmente, os profissionais iniciam suas carreiras em funções secundárias de segurança e, em seguida, têm espaço para progredir para posições de gerente de segurança da informação e consultor de segurança da informação.

Há também a possibilidade de se alcançar um papel de liderança em segurança cibernética, particularmente se o profissional for empenhado em adquirir novas habilidades, conquistando novas certificações. Alguns empregadores podem, inclusive, patrocinar funcionários para concluir um mestrado na área.

Quanto ganha um analista de segurança da informação?

De acordo com o PayScale, no Reino Unido o salário médio mensal de um analista de segurança da informação é de 13,6 mil reais. No Brasil, o salário pode variar de R$ 1.550, para os iniciantes, a R$ 13.319.

Quem contrata analistas de segurança da informação?

Os profissionais da área podem trabalhar em diversas organizações, desde instituições de serviços financeiros até órgãos públicos de saúde, seja como consultores contratados para projetos específicos ou como colaboradores permanentes.

 

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Redação
Tags: carreirasegurança
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