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Marcelo Alexandre é o novo diretor de TI da Braveo

Com uma carreira de 25 anos em Tecnologia da Informação, Marcelo Alexandre está migrando para um novo desafio como diretor executivo de TI da Braveo. O executivo até então respondia como CIO do Poliedro Educação e, anteriormente, foi CIO da Petz.

Ele conta, em entrevista ao IT Forum, que começou sua carreira na Biosintética Farmacêutica, onde chegou a ser coordenador de sistemas. Após uma breve passagem pela Sabesp, se tornou gerente de projetos do iG. Seu primeiro papel como líder foi na Brasil Pharma, onde integrou mais de mil drogarias em 2011.

“Depois, fiquei mais um ano no Grupo BTG pois precisavam de um case parecido com o do Brasil Pharma na Estapar [também do grupo]. Então, fui para o Grupo 3BGP, onde fiquei seis anos e tive uma jornada de tecnologia integrando sistema e, posteriormente, uma diretoria operacional. Essa foi a primeira vez que atuei como C-level”, diz ele.

Leia mais: Eduardo Berti fala sobre sua chegada como CTO na Genial Investimentos

Em suas duas últimas empreitadas antes de ir à Braveo, Marcelo teve uma jornada de estruturação da base de tecnologia digital e do IPO da Petz e, por fim, assumiu a cadeira de tecnologia da Poliedro, onde foi responsável pela área digital e de equipe.

“Agora, na Braveo, como qualquer outra empresa do fundo, terá seu crescimento por meio de M&As. O meu objetivo é criar um modelo de integração das investidas dessa holding para suportar o crescimento de mais aquisições, além da digitalização do setor. Há muito espaço para criar modelos de digitais que agreguem valor na ponta”, revela ele.

Marcelo explica que a Braveo é uma empresa relativamente nova, pois suas operações foram iniciadas em maio de 2021. Trabalhar com o modelo de negócios no início traz o desafio de criar e concretizar a integração tecnológica, dando a oportunidade de fazer as coisas “do seu jeito”.

“Eu estou com uma rica oportunidade de criar alguns processos do zero, que não tive muitas vezes. Em outras empresas, eu pegava o caminho andando”, frisa Marcelo.

Ao ser perguntado em que ponto a tecnologia está na Braveo, Marcelo afirma que “muito já vem sendo construído no ponto de vista de logística: o controle de cargas, entrega, administração. Mas ainda temos um grande espaço em logística. O Brasil tem um grande problema: o escoamento é rodoviário, não temos uma malha ferroviária grande, então você tem um modelo muito rodoviário rolando, fora toda a parte de backoffice, front-end e outros que eu já estudei durante o processo seletivo.”

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