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Mainframes resistem, mas IA generativa pode ser ponto de guinada

Muito embora o bom e velho mainframe ainda seja pilar importante para os sistemas bancários, seu uso deve diminuir por conta dos requisitos necessários para adotar tecnologias de inteligência artificial e nuvem. É o que revela um estudo da NTT Data, intitulado Horizonte Digital: A Mudança do Setor Bancário de Mainframe para Infraestrutura em Nuvem Orientada por IA.

Os números do estudo mostram que 63% dos entrevistados dizem que a IA generativa está facilitando a transição de aplicações bancárias para a nuvem. E 91% relataram que iniciativas nesse sentido são endossadas pela diretoria, indicando uma priorização em nível estratégico.

Foram ouvidos 650 tomadores de decisões do setor bancário em todo o mundo.

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A pesquisa revelou que, apesar disso, 80% das empresas não contam com um framework estratégico para a adoção de IA generativa. E que apesar de 89% dos líderes bancários se identificarem como inovadores, 63% ainda operam em sistemas mainframe, o que confirma a resiliência desses sistemas.

O estudo também descobriu que 45% dos bancos estão adotando o IA generativa, incorporando-a nas operações. E 30% estão explorando o potencial dessas tecnologias, o que sinaliza mudanças em direção à inovação.

“A rápida adoção dessas tecnologias pela indústria está redefinindo os modelos de negócios e estabelecendo uma nova norma na liderança do setor. Essa maré tecnológica está levando os bancos a uma compreensão mais profunda das necessidades dos clientes, proporcionando serviços mais rápidos, mais seguros e exclusivamente personalizados”, diz em comunicado Kaz Nishihata, diretor e vice-presidente executivo sênior da NTT Data.

Razões para a migração

Flexibilidade e escalabilidade são citados por 36% dos executivos como principais motivadores para a migração para a nuvem; e 25% reconhecem uma tendência crescente na migração para, impulsionada pelos avanços da IA. Para a consultoria, isso significa um movimento de avaliação de códigos legados e de iniciativas de modernização.

Para a empresa, o “longo reinado dos mainframes está se aproximando do fim” devido às exigências dos consumidores, novas interrupções inovadoras no mercado e para responder às pressões competitivas por avanços tecnológicos inovadores.

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