O LinkedIn quer tornar mais simples a tarefa de discutir o salário com seu (futuro ou atual) chefe. A rede social criou uma ferramenta que apresenta compensações “justas” para cada tipo de emprego, e faz isso com base em dados estatísticos e tendências de mercado.
O novo serviço apresenta um gráfico com os salários pagos para trabalhadores de determinadas funções em regiões específicas. Por exemplo, o sistema indica quanto ganha um desenvolvedor de sistemas em Nova York.
A partir desse dado macro, é possível aprofundar-se para navegar entre variaveis e particularidades da profissão, com filtros por indústria, padrões atrelados a níveis de educação e mesmo ver o efeito da “experiência acumulada” na remuneração de uma pessoa.
O acesso ao recurso, porém, tem um custo: usuários precisam informar ao LinkedIn quanto recebem por seu trabalho para ter acesso aos dados gerais.
Como forma a proteger os usuários, a rede social só coleta dados de salário e algumas informações demográficas – como educação e empresa onde atuam. Mais de um milhão de pessoas já acessou o serviço.
“Jamais mostraremos esses dados associados ao perfil de alguém”, garante Dan Shapero, líder de produtos de carreira da companhia adquirida no começo do ano pela Microsoft.
Existe uma forma de ver os dados salariais, obviamente, pagando pelo serviço, que ainda está em teste e deve ter disponibilidade geral quando atingir massa crítica considerada satisfatória pela companhia.
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