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iPads dentro de indústrias: primeiras lições da GE

A GE está investindo US$ 170 milhões em uma fábrica em Schenectady (NY) para construir o que chama de “a próxima geração de baterias”, com foco em executar 10 vezes mais que a metade produzida hoje. Fazer baterias exige especificações precisas de fabricação, para isso os líderes de plantas estão experimentando o uso de iPads para monitorar as máquinas.

É um programa piloto pequeno, com apenas 15 iPads. Mesmo assim, isto não é considerado um teste de curta distância: a fábrica da GE está usando os dispositivos para acessar o software comercial da empresa para controles industriais. Mas dado que os tablets estão apenas começando a ser usado neste tipo de ambiente industrial, é interessante ouvir o que a GE está aprendendo com isso. Aqui está o que eu tirei de Randy Rausch, analista de negócios e líder de informações da fábrica:

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iPads podem prover integração: a principal atividade que os empregados da unidade de 200.000 pés quadrados usam nos iPads é acessar os dados operacionais das máquinas. O sistema de software de controle (SCADA) da GE e um aplicativo da App Store são usados para acessar os dados. O aplicativo pode alertar um empregado se uma máquina está funcionando muito quente, por exemplo, fornecendo um sinal de alerta de uma avaria. Os funcionários podem olhar os softwares que não são da GE nos iPads, também, como desenhos de engenharia ou produto de gerenciamento de ciclo de vida. Rausch espera acrescentar o acesso ao aplicativo Oracle E-Business Suite no futuro. “É um computador como outro qualquer”, diz ele.

Os iPads são razoavelmente duráveis: a equipe usa um case simples de borracha. “Nós derrubamos uns dois tablets, e eles sobreviveram”, diz Rausch. Além disso, iPads são baratos o suficiente, então se quebrar de vez em quando, tudo bem. GE observou $ 2.000 em dispositivos portáteis robustos e decidiu que eles não valiam o preço. Eles estão avaliando as proteções para a tela.

Pessoas beneficiadas: líderes de equipe e gerentes da fábrica estão fazendo o melhor uso da mobilidade do iPad, uma vez que eles podem usá-lo para resolver rapidamente problemas como falhas de máquinas ou desequilíbrios pessoal. Rausch planeja ter cerca de 40 em uso até o final do ano. “Eu tenho sido muito mesquinho sobre entregar os dispositivos aos funcionários, pois eles podem dar feedbacks à comunidade”, diz ele.

Segurança e gerenciamento estão ok, até agora: Rausch está usando o software de gerenciamento de dispositivo móvel AirWatch, que tem os fundamentos que ele precisa para proteger e gerenciar os iPads. Isso é semelhante ao que ouvimos de outros adotantes do iPad – que o MDM é bom o suficiente para a maioria das necessidades. Os iPads são conectados apenas no serviço Wi-Fi desde que eles foram adquiridos para ficar na planta industrial. Rausch não tentou restringir os aplicativos que estão no dispositivo, mas isso é algo que ele deve observar antes de expandir o projeto piloto.

A localização não é uma alta prioridade: Rausch acha que é possível usar o GPS ou mesmo Wi-Fi de triangulação para conduzir a base local de dados dentro da fábrica – fornecendo dados sobre a máquina que uma pessoa está próxima, por exemplo.

As câmeras são poupadores de tempo: os trabalhadores da GE usaram FaceTime para videoconferência ad hoc com os colegas no Reino Unido, que também desenvolvem bateria. Eles também têm tirado fotos ou vídeos rápidos para enviar aos peritos para que eles tenham um ponto de referência comum. Tudo o que poderia ser feito antes do iPad, usando uma câmera digital ou de vídeo em desktop. O ponto é, as pessoas raramente o fazem. “Tudo isso é possível [sem um iPad], mas o fato de ser tão fácil, faz com que as pessoas fazem isso com mais frequência”, diz Rausch.

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Redação
14 anos ago

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