Para ele, a Anatel incentiva as negociações com a intenção de criar parcerias e deixar o mercado se estabelecer. Matarazzo lembra que o compartilhamento de rede está previsto na Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e que as operadoras devem discutir a melhor maneira de prestar serviços para os consumidores.
Operadoras de longa distância como a Embratel querem oferecer serviços de transmissão de dados para o usuário final e estão solicitando que a Anatel crie uma regulamentação para a interconexão. Outras carriers, como a Telefônica, não querem se quer negociar suas redes sem normas estabelecidas. Essa discussão já está em pauta há alguns meses e, por enquanto, a agência definiu que não vai alterar ou criar nova regra.
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