O ITIL foi desenvolvido no fim da década de 80 pela Agência Central de Computação e Telecomunicações do governo britânico para servir como um catálogo de melhores práticas para os departamentos de TI dos órgãos governamentais.
Não demorou para que o setor privado inglês demonstrasse simpatia pelo conceito, ainda mais por ter nascido com o ponto de vista do usuário, não de fornecedor.
Nos últimos cinco anos, o ITIL começou a aparecer nos Estados Unidos e na América Latina. Agora em sua segunda versão, compreende sete livros, cada um com cerca de 200 páginas, e custa cerca de 115 dólares.
Cada volume é dedicado a uma das seguintes áreas: suporte, entrega de serviços, planejamento de implementação de gestão de serviços, gestão de segurança, ICT (tecnologia de informação e comunicações), gestão de infra-estrutura e perspectiva de negócios.
Temas relacionados à terceirização de serviços de TI e aos padrões de cumprimento de leis regulatórias são algumas das questões abordadas na nova versão da biblioteca, a terceira, prevista para o ano que vem.
Por enquanto, na região das Américas, a maioria das empresas adota ITIL para duas dessas áreas: suporte e entrega de serviços. Isso acontece porque a área de suporte é considerada a mais fácil de passar por mudanças e se aprimorar. Daí sua indicação como o ponto inicial de um projeto do gênero.
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