Nos próximos três anos, o foco em transformação digital deverá ser prioridade número 1 das empresas de qualquer vertical econômica que desejarem prosperar e competir com as companhias nativas digitais. Esse movimento abre uma nova perspectiva para o investimento em tecnologia da informação, no Brasil e no mundo.
Segundo o Gartner, o crescimento do mercado de TI será de 1,4% em 2017, o equivalente a US$ 3,5 trilhões, e em 2018 o crescimento deverá ser maior, segundo a consultoria. A brasileira HE:Labs, empresa global de tecnologia com foco em inovação, decidiu aproveitar as novas oportunidades abertas com as demandas do mercado para ltransformar-se em uma holding, com foco em transformação digital.
A HE:Labs, que atua no mercado há sete anos, oferecendo serviços como desenvolvimento ágil de software web e mobile com times multidisciplinares, passa agora a ser o nome da holding que terá em seu guarda-chuva duas novas marcas: a Ignus, com foco em inovação e transformação digital para grandes empresas; e a Impulso, especializada na alocação de times para desenvolvimento de software, com velocidade e custo-benefício mais competitivos.
Segundo Rafael Miranda, CEO da Impulso, a criação da holding surgiu a partir de uma necessidade de mercado. “A HE:labs já atuava tanto como uma parceira de inovação e transformação digital em grandes grupos quanto na alocação continuada de seu time nos projetos de software pré-existentes em grandes empresas. Para dar mais foco e agilidade a esses serviços distintos, surgiu a necessidade de separar essas verticais de negócio em duas empresas, e, dessa forma, aumentar de maneira exponencial nossa participação no mercado de tecnologia”, explica.
Além de Miranda, Sylvestre Mergulhão também está à frente da Impulso, ocupando a posição de CIO. Os sócios Raphael Ozawa e Roberto Morais serão os responsáveis pela Ignus, como CEO e COO, respectivamente. Os colaboradores da HE:labs também foram realocados, passando a atuar separadamente em cada uma das empresas, de acordo com suas aptidões e soft skills.
Para fortalecer a presença global, o grupo pensa em expandir seus negócios para os Estados Unidos e Europa já no início do próximo ano. “Com esses movimentos, nossa expectativa é de que a holding feche o primeiro semestre de 2018 com um aumento no faturamento de até 50%, atingindo R$ 6 milhões. Além disso, vamos investir 10% do nosso faturamento em Marketing e Vendas para crescer e consolidar a base de clientes”, comenta Raphael Ozawa, CEO da Ignus.
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