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Empresas que usam BI vendem três vezes mais

Empresas que usam sistemas de business intelligence (BI) agregados às suas plataformas de gestão vendem, em média, 24% mais do que as que não o fazem. O dado é da pesquisa Tech Impact ’19, realizada pela IQBlade junto à lista do Sunday Times Fast Track 100, ranking que classifica as cem empresas privadas da Grã-Bretanha com as vendas que mais crescem nos últimos três anos.

Segundo o relatório, quem tem capacidade de reconhecer padrões e tendências em dados consegue usufruir melhor as oportunidades do mercado, além de minimizar o risco de perdas e ameaças em cenários futuros – no que o estudo credita não só o BI, mas também o business analytics (BA).

Ainda de acordo com o estudo, as companhias que usam BI e BA tendem a se desenvolver e expandir vendas até três vezes mais rápido do que as que não usam estas tecnologias. Além disso, o levantamento mostra que a diferença de vendas se torna ainda maior, embora não precise o índice, entre organizações que adotaram o BI no último ano e as que já o usam há mais tempo.

Resultados que permitem tirar algumas conclusões. Por exemplo, a de que quanto mais investimentos são feitos em plataformas de BI e em culturas de gestão ‘data driven’, mais alto pode ser o impacto positivo nas receitas das organizações no curto prazo.

Não é novidade que o investimento em dados, ferramentas de coleta e análise, bem como alicerces de gestão embasados em sistemas especializados de data analysis é um dos ingredientes predominantes na receita para o sucesso em um mundo movido a informação.

A questão não é mais se, e sim quando, investir em tais tecnologias. A cultura de dados está aí, e a melhor resposta para a sentença acima é: agora. Se hoje, conforme a pesquisa apresentada, ter BI é vender mais do que quem não tem, é provável que, com o tempo, se chegue a cenários em que não ter BI signifique simplesmente não vender. Trata-se de análise real de cenários reais. E trata-se, também, de avanço potencial, baseado em soluções disponíveis. Tudo parte da iniciativa de quem quer ou não evoluir no ganho de competitividade.

*Ana Paula Thesing é CMO da BIMachine.

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