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Com a aproximação das eleições 2022 no Brasil, a Meta, antigo Facebook, anunciou mudanças que impactam anúncios sobre temas sociais, o que inclui peças que buscam influenciar a opinião pública. A partir do final de junho, anunciantes que optarem por veicular anúncios sobre temas sociais precisarão passar por um processo de autorização e aplicar um rótulo que indica quem está pagando por aquele anúncio.
O objetivo, segundo a empresa, é trazer mais transparência e autenticidade para esses conteúdos.
Na prática, anúncios com temas de interesse comum como Direitos Civis e Sociais, Imigração, Valores Políticos e Governança, Crime, Economia, Segurança e Política Externa, Política Ambiental, Armas, Saúde e Educação, serão considerados pela Meta como anúncios que deverão passar por essa revisão e rotulagem.
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“Qualquer anúncio sobre temas sociais, sobre política e eleições no Facebook e Instagram que não tiver um dos rótulos poderá ser removido da plataforma e arquivado na Biblioteca de Anúncios, e disponíveis para consulta durante sete anos”, avisou a Meta.
Desde 2018, os anunciantes que queiram fazer anúncios sobre política e eleições, precisam passar por um processo de autorização, e aplicar um rótulo “Pago por” ou “Propaganda Eleitoral” em seus anúncios. Em 2020, essa autorização passou a ser obrigatória. A regra é válida para qualquer anunciante que veicule anúncios que façam referências a figuras políticas, partidos ou eleição – e, a partir de agora, sobre temas sociais. Os conteúdos também são adicionados na Biblioteca de Anúncios por sete anos.
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