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Crimes cibernéticos com IA ameaçam segurança de empresas, alerta TCS

O avanço da Inteligência Artificial Generativa tem contribuído com a automação de crimes cibernéticos contras as empresas do mundo inteiro. Gabriel Croci, CISO e diretor de Segurança da Informação Latam da Tata Consultancy Services (TCS), lembra que hackers já usam a IA para comprometer a segurança da informação e os sistemas operacionais.

O executivo recomenda que executivos seniores e líderes de unidades de negócios devam se comprometer proativamente com a segurança corporativa, não apenas em termos de investimento, mas também garantir a implementação de melhores estratégias e processos para combater as táticas de hackers cada vez mais inovadores e criativos.

“Isso evitará que os ataques peguem as organizações de surpresa e comprometam sua reputação e os dados de seus clientes”, afirma o porta-voz.

Com a expansão da Inteligência Artificial, aumenta também a preocupação crescente com novos tipos de ameaças. À medida que os sistemas de IA se tornam mais complexos e interconectados, eles podem abrir vulnerabilidades a crimes cibernéticos.

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“As empresas podem implementar sistemas usando machine learning para analisar diversas ameaças como invasões de rede, ataques distribuídos de negação de serviço, vírus de e-mail, golpes de phishing e prevenir proativamente ataques cibernéticos. Assim que implantado um feed de dados adequado, além de um gerenciamento de algoritmos preditivos feito por pessoal altamente treinado, anomalias podem ser detectadas e combatidas com ações corretivas”, explica Croci.

Para o especialista, o principal tipo de ameaça tem a ver com a privacidade dos dados. Há o risco de atores não autorizados acessarem as informações de uma organização e usá-las para fins maliciosos, levando ao roubo de identidade, fraude ou outros tipos de crimes cibernéticos.

“Há também a necessidade de ter cuidado com a linha de produção e dispositivos industriais que são gerenciados em uma empresa. Os hackers podem facilmente penetrar nos sistemas por meio de dispositivos que estão sendo instalados na rede interna de uma organização sem controles de segurança em vigor ou com sistemas operacionais desatualizados, tanto no nível da rede local quanto na nuvem, ou sem um sistema de monitoramento para ajudar a disparar alarmes quando algo está fora do comum”, complementa.

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