Imagine ter uma plataforma de vídeo sob demanda em que estão disponíveis cerca de 5 milhões de vídeos, incluindo notícias recentes e de arquivo, séries, novelas e filmes. Imagine que em um dia comum mais de 250 mil desses vídeos são assistidos ao menos uma vez. Agora calcule o tamanho da dor de cabeça se esses vídeos demorassem muito para carregar – o chamado buffering.
Evitar o pesadelo do “loading” era o objetivo da Globo em suas plataformas digitais, incluindo Globoplay, G1, gshow e GE, assistidos mensalmente por 100 milhões de pessoas. Isso porque oferecer uma boa experiência para os usuários é considerado fundamental para o sucesso desses produtos pela empresa de mídia.
Lidar com um problema dessa magnitude exigiu uma solução igualmente grande. Primeiro a Globo construiu sua própria CDN (sigla em inglês para rede de distribuição de conteúdo). Também aplicando algoritmos de regressão e aprendizagem (deep learning) para decidir que vídeos serão distribuídos entre os 110 diferentes pontos de presença espalhados em diversas localidades do Brasil.
Para contar essa história – e marcar a estreia da nova temporada do podcast E Agora, TI?, agora em novo formato –, o IT Forum conversou com Igor Macaubas, diretor de produto e engenharia das plataformas digitais da Globo.
Confira!
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